GAUCHÃO & CIA - SUA HISTÓRIA VIRA LIVRO

Rodrigo de Vargas Pinheiro (27/09/2012 22:58)
Então Gauchão, peço licença para escrever aqui um pouco de uma historia que vivemos juntos com grandes amigos e companheiros, no ano de 2007, logo apos o termino das invernadas artísticas do CTG Campos de Palmas, nosso instrutor Douglas juntamente com sua Mulher e companheira Alessandra e a pequena Lavínia, mudaram-se para a cidade de Planalto-PR , onde seguiram trabalhando com as invernadas do CTG Guardião do Pago, onde tinha uma invernada adulta com muito potencial mas faltava peões para que esse grupo fosse em frente, assim o Douglas e Alessandra tiveram a idéia de convidar seus dançarinos que tinham ficado na cidade Palmas- PR, e fizeram o chamado, mais do que prontos todos nos esperávamos por mais uma oportunidade de subir aos tablados e mostrar nossa dança, éramos 6 de inicio começando por mim Rodrigo Pinheiro, Juliano Ferreira, Marcelo de Lima, Rafael Trombetta, Diego Bonatto e Ricardo Vulgo Frog, quando nos deparamos estávamos em Planalto, morando na ultima casa da cidade de vizinho só uma lavoura de soja, a algumas quadras da casa do Douglas e da Ale, conversamos voltamos a palmas conversar com as famílias e voltamos para a primeira semana de ensaios pois estávamos a alguns dias do rodeio de Santo Antonio do Sudoeste- PR, lembro que foi uma semana cheia, ensaiamos bastante, com muita garra e vontade e lá em Santo Antonio conseguimos o Primeiro Lugar nas danças tradicionais o que nos deixou muito orgulhosos e aos nossos instrutores também, logo vieram mais dois dançarinos Rosana Trombetta e Rafael Farias, totalizando 8 dançarinos então as despesas ficaram maiores e tivemos que nos mudar, para suíte máster da casa do Gauchão mais conhecida como quartinho da lenha, a bóia era sempre de fundamento as panelas quase maiores que o fogão e com a pequena condição de não deixar sobra nada, amigos do Douglas não acreditavam em tamanha parceria uns diziam que era loucura, alguns foram conferir e ver com os próprios olhos o que nos fomos capazes de fazer pelo amor a dança, acredito que falo em nome de todos obrigado Douglas e Alessandra por nos proporcionar essa vivencia e nos ajudar a escrever nossa historia. Fica aqui um pouquinho de mais uma historia do Gauchão e Cia.

Juliano Ferreira Velho (02/08/2012 09:18)
Mas háááá... Certa feita, em vesperas de um FEPART em Ponta Grossa, nosso amigo Douglas, na espera que as botas de um dos grupos que ele levaria pro Festival, descobriu que as mesmas tinham sido mandadas pra Planalto-RS, e nao para Planalto-PR, que era a cidade onde moravamos. Era uma vespera de Fepart, realmente vespera, pois estavamos na quinta feira, e na sexta comecavam as competicoes, e as botas no Rio Grande ainda. Nosso amigo Douglas Ferreira, fez um singelo convite a mim e a meu amigo Rodrigo Pinheiro para que nos o acompanhasse na busca pelas botas do grupo. Dito e feito. La fomos nos em direcao ao Rio Grande pra localizar as ditas botas. Erramos a estrada na entrada do Rio Grande, tivemos que fazer 80 Km a mais por isso para chegar em Frederico Westphalen, que foi a cidade para onde foram enviadas as botas. No meio do caminho, nosso amigo Douglas meio rapido, numa estrada de chao, quase chegando ao literalmente falando, fim do mundo, acelerou pra ganharmos tempo, e nos na camionete pedindo pra ir devagar, quando derepente um rio cruzando a estrada e o galo meteu o pe no freio com tudo. A camionete foi arrastando de lado de frente, nascemos de novo. Era a balsa, que nao tava no nosso lado do rio e nao tinha nenhuma iluminacao, tudo extremamente escuro. Quase passamos o rio nadando. O susto foi tremendo. Esperamos a balsa vir, mas uma balsa do tempo em que o Coronel Neto proclamou a Republica Rio Grandense em 20 de setembro de 1835. Pois passamos a balsa e seguimos viagem. Chegamos em Frederico e achamos as ditas botas. Colocamos na camionete e se atracamo de volta pra Planalto-Pr. Chegamos em Planalto bem tarde da noite, e o Douglas foi da uma sestiada enquanto eu e o Rodrigo carregavamos a camionete com as coisas pro Fepart. Duas horas depois se largamo rumo a Guarapuava, onde chegamos cedinho da manha, na sexta feira, praticamente sem dormir. Dalil fomo pra Ponta Grossa e o festival transcorreu normalmente. Uma baita de uma aventura mas as botas estavam la no pé da gurizada na hora de entrar no tablado. Que aventura hein seu Douglas. Abraco. Sucesso e parabens pelo site. Juliano Ferreira Velho

Paulo Siqueira (21/06/2012 23:43)
So assim pra quem mora longe ficar mais perto da nossa cultura do sul, das historias de camperiadas e dos causos de virar madrugada. Me vejo um pouco parte deste projeto que se mostrou tao belo e bem feito pelo meu grande amigo e irmao Douglas Ferreira. Se fossemos contas o tanto de entreveros, vitorias e aprendizados passamos juntos nessa vida, bah, dava uma coleçao e nao so um livro. Voce aprende o significado e a força da palavra saudade quando os amigos tomam rumos diferentes na vida, e comum, mas a gente sempre sente. Guapo veio de arrancar pica-pau do toco, pra mim apelidado de Tio Nanato rs rs rs e mais que um irmao, junto com a Ale fazem parte da familia. Ja passamos por algumas campereadas, desde empurrar carro sem gasolina na entada de Porto Alegre ate chorar de alegria de ganhar um Fepart e Fenart juntos. Ja foi meu professor, meu conselheiro e hoje e um irmao pra mim. Sucesso sempre meu galo! Voce merece. E sempre lembre. Autenticidade e o que diferencia, aqueles que sao, daqueles que tentam ser. Beijo grande, do seu irmao que hoje mora nos pampas do Maranhao.

Hélio Trindade Beck (07/06/2012 01:01)
HISTÓRIA VERDADEIRA DE PESCADOR Certo dia, saímos para uma boa pescaria, com alguns parceiros, eu, o sogro, o cunhado e o dentista da família, Mauro. Na chegada as tarefas divididas, uns montando acampamento, outros colocando o material de pesca de molho, e um bando de historias para contar, o peixe é só desculpa para sair de casa, o que realmente interessa é cerveja gelada e carne assada. Ao cair da noite, ao redor do fogo, recebemos a visita do dono da fazenda e seu fiel escudeiro, seu peão e seu cachorro, nos presenteando com uma linguiça de metro, levada de vereda para o fogo, depois do bucho cheio, reparo na cintura do fazendeiro um 30, ele levanta e pergunta se bamo, aonde? caça jacaré! dois dos nossos parceiros deram pra trás, foram dormir, subimos no barco eu, o mauro, o fazendeiro e seu fiel escudeiro, e fomos a caça do bicho, logo na saída o fazendeiro apontou para uma luz, e disse que era os olhos do bicho. Então, fomos em direção daquela luz reluzente. Para minha surpresa o fazendeiro levantou com o 30 na mão, e apontou para os olhos do bicho e desferiu o tiro certeiro. E assim, foi sucessivamente 3 tiros, sem errar, Um dos jacarés era tão grande que tivemos que amarrar ao lado do barco. Fiquei apavorado, o homem não errou nenhum tiro, só o quarto. Chegando perto do jacaré, botamos o farol, vimos que era um jacaresinho pequeno, até foi bom errar. Cheguei perto dei um remaço nele, deixando ele tonto, coloquei dentro de um saco e fomos param o acampamento, os companheiros estavam roncando dentro de uma barraca iglu, puxei a primeira linha de espera e isquei o jacaresinho e atirei de volta na barragem. Acordamos os dois para mostrar os jacarés que caçamos, apavorados, e aí eu perguntei e nas linhas não deu nada? Resolveram revisar as linhas e puxaram a primeira linha, e pesou, e começaram a dizer que era peixe grande, quando saiu aquele Jacaré para fora da água, com mais ou menos uns 40 cm, se assustaram e o bicho se veio para o lado deles, saíram correndo barranco acima, resolvi pegar o jacaré e eles começaram a tirar sarro de nós, e perguntaram como nós pegamos os jacarés, falamos que foi com tiro, e eles disseram que pescador que é pescador não precisa dar tiro para pegar jacaré, se pega na linha mesmo. Daí resolvi contar a verdadeira história e até hoje estão brabos comigo, sendo que isso ja faz mais de 19 anos. Desse time de pescadores, 5 ainda estão vivos, infelizmente o fazendeiro já faleceu.

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